Fitofisionomias de Mato Grosso

Esta aba reúne informações sobre as principais fitofisionomias de Mato Grosso, compiladas de diferentes referências existentes, de forma concentrada e simplificada, incluindo algumas espécies que podem ser encontradas nessas fitofisionomias acompanhadas de imagens das exsicatas e das espécies in vivo. O intuito é colaborar para identificação das fitofisionomias do estado.

As fitofisionomias de Mato Grosso foram caracterizadas com base no Manual Técnico da Vegetação Brasileira do IBGE (1992 e 2012) e o site IBGE – BDiA Web (2025), com complementação das literaturas Ivanauskas et al. (2008), Sasaki et al. (2011), Zappi et al. (2011) e Kunz et al. (2014) para a Amazônia mato-grossense, Nunes da Cunha et al. (2015) para o Pantanal, Ribeiro e Walter (2008) e Santos et al. (2020) para o Cerrado. Também consultamos Silveira e Borges (2009) e Borges et al. (2017) para obtenção de informações gerais para Mato Grosso.

Cerrado

São encontradas no Cerrado em Mato Grosso onze fitofisionomias.

Pantanal

São encontradas no Pantanal em Mato Grosso treze fitofisionomias enquadradas como macrohabitats.

Amazônia

São encontradas na Amazônia em Mato Grosso nove fitofisionomias.

Bibliografia consultada

  • Borges, H.B.N., Silveira, E.A. & Vendramin, L.N. 2014. Flora arbórea de Mato Grosso: tipologias vegetais e suas espécies. Entrelinhas. Cuiabá 255p.
  • IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Manual técnico da vegetação brasileira. Série Manuais Técnicos em Geociências, n. 1. Rio de Janeiro: IBGE, p. 9-38.
  • IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Manual técnico da vegetação brasileira. Série Manuais Técnicos em Geociências, n. 1. Rio de Janeiro: MPOG/IBGE/Diretoria de Geociências/Coordenação de Recursos Naturais e EstudosAmabientais, p. 9-38.
  • IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. BDiA Web – Banco de Informações Ambientais. 2025. Disponível em: https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/consulta/vegetacao
  • Ivanauskas, N.M., Monteiro, R. & Rodrigues, R.R. 2008. Classificação fitogeográfica das florestas do Alto Rio Xingu. Acta Amazonica 38(3): 387-402. 
  • Kunz, S.H., Moreau, J., Spadeto, C., Martins, S.V., Stefanello, D. & Ivanauskas, N.M. 2014. Estrutura da comunidade arbórea de trecho de Floresta Estacional Sempre-Verde e similaridade florística na região Nordeste do Mato Grosso, Brasil. 2014. Floresta e Ambiente 21(4): 429-440.
  • Nunes da Cunha, C., Piedade, M.T.F. & Junk, W.J. 2015. Classificação e delineamento das áreas úmidas brasileiras e de seusmacrohabitats. Cuiabá: EdUFMT. 165p.
  • Ribeiro, J.F. & Walter, B.M. 2008. As principais fitofisionomias do bioma Cerrado. In: Sano et al. (eds.) Cerrado: ecologia e flora.Ed. 1, v.1. Brasília, Embrapa Cerrados/Embrapa Informação Tecnológica. Pp. 151-212.
  • Santos, L.A.C., Miranda, S.C. & Neto, C.M.S. 2020. Fitofisionomias do Cerrado: definições e tendências. Élisée, Rev. Geo. 9(2):e922022.
  • Sasaki, D. et al. 2010. Vegetação e plantas do Cristalino: um manual. Royal Botanic Garden – Kew, Fundação Ecológica Cristalino, 128p.

  • Silveira, E.A. & Borges, H.B.N. 2009. Guia de Campo: caracterização de tipologias vegetais de Mato Grosso. Cuiabá: Carlini & Caniato, 77p.

  • Zappi, D.C. et al. 2011. Plantas vasculares da região do Parque Estadual do Cristalino, norte de Mato Grosso, Brasil. Acta Amazonica 41(1): 29-38.